Uma cidade em transformação!

Publicidade
Espaço para Banner Google AdSense

Um passeio na história pela Praia de Iracema - Literatura de Cordel (Parte III)

Luís Antonio de Aragão ANTIGAS MERCEARIAS Tinha a Maria Biés Bom Salão de Dança havia Na Itapipoca, esquina Aberta da noite ao dia Todo mundo brincava E a P.R.E NOVE irradiava Festas na Dona Maria Na rua Tigipió Zé Gonçalves possuía Uma grande bodega Clóvis, após chegaria Homem trabalhador Era bom vendedor Tinha muita freguesia

Acervo de Clóvis Acário Maciel Na Tremembés tinha outra, Proprietário foi o Simão Samuel, Araújo, Ivan Depois, donos com ação Sarrabulho e Feijoada Peixe Frito e Panelada E cachaça no balcão

O Raul já foi bodega Na Vila Correinha Hoje é a melhor picanha Tinha arroz e farinha Seu Raul trabalhando O dia todo suando Criou família todinha

Mercadinho da Dona Edite De uma mulher de valor O comércio se instalava Onde o “São Luís” ficou Assim, com sensatez, A mãe do Lincoln se fez Dos filhos muito cuidou Tinha Panela, tem Cari Seu Antonio é bodega Pereba também é uma Ao Rui gente se apega A do grande Aracati É tudo povo daqui Tradição não se nega

A antiga Ponte dos Ingleses, antes da reforma dos anos 90. Praia de Iracema - Foto de Gentil Barreira CLUBES ANTIGOS Famoso clube na Tabajaras Tinha sede social Palco de boas festas Nosso antigo Ideal Que além de sua beleza Se tornou em Fortaleza Famoso cartão postal Diários também aqui A nossa Praia viu Sua sede na Quadra Ao tempo que existiu Em todas as idades Foi, deixou saudades, Quando um dia partiu

Péricles Moreira da Rocha Praia Clube dirigia Tinha Quadra de Esportes Salão de festas havia Defronte à Piscininha E a sociedade todinha Presente, ali, se fazia

O Jangada Clube ficava em frente onde hoje encontra-se a Iracema Guardiã. Fizeram no lugar um Edifício e colocaram o nome de Jangada Clube, mas já mudou de nome. Arquivo Nirez Clássico Jangada Clube Pertinho da João Cordeiro Fernando Pinto era tido Amigo do jangadeiro Velho canhão na entrada Boca pro mar apontada Alerta o marinheiro

Arquivo Nirez O Clube do América Da Praia foi egresso Lívio Amaro formou Um time de progresso Era onde é o Pirata A localização é exata O Clube foi um sucesso Correios participavam Do certame estadual No Ararius tinha sede O simpático Nacional Que ao respirar nossa brisa Em muito grande deu “pisa” O querido time local Ceará ficou maior Na Iracema querida Na década de Sessenta A equipe decidida Com sede na Cariris Levou um de seus Tris E aumentou a sua torcida O CREPE sempre cheio Clube da Pernambucana As pessoas adoravam A juventude bacana Cabelos soltos nas testas Fomos donos das festas Daqueles fins de semana Meirelles de Idealzinho

Arquivo Nirez Massapeense, Comercial Sexta, sábado, fervia Domingo de matinal Iracema lá curtia Pensando que não haveria Daqueles dias final Bem na frente dos dois clubes A Boite Madrugada Churrasco do Cirandinha “Bibi” e “Muda Tarada” Ildefonso e Aquidabã Lá Todo mundo era fã De Lalá do Carne Assada.

Acervo - Página do Alvorada ESTORIL E SUA HISTÓRIA . Família Porto começa História que se fez Bucólica Vila Morena Foi feita com altivez Tudo ia bem na terra Até a Segunda Guerra Do homem, insensatez Veio americano aqui E logo se admirou Na guerra era aliado No local se alojou Mudando seu destino Instalando grande cassino Jogo e festa começaram Foi For All para todos Swing e Chá-Chá-Chá De luta não se falava A Europa era mais para lá E as garotas Coca-Cola Todas metidas a gabola As piranhas do lugar

No final da batalha Aos portos se devolveu O prédio feito de taipa Ali a família cedeu Para o luso Zé Ferreira Um português de primeira Que um novo nome lhe deu Em Quarenta e Sete Já chamado de Estoril De verde e vermelho O prédio ele coloriu Com as cores de Portugal Da bandeira nacional O Restaurante surgiu Logo após, Zé Gonçalves O local gerenciou E as mãos de Zé Pequeno Num ano ele passou Em noventa e quatro o vento Disse ao mar: “É o momento!” E o velho prédio tombou

Uma passagem de glória No Estoril se viveu Aquele belo local Fortaleza acolheu Fosse ele rico ou pobre Humilde, plebeu ou nobre Distinção não ocorreu Neném e Barão gerentes Bebê a nos atender Moreira o rubro Limão Sitônio nunca esquecer João Gouveia o Baleia Chaguinha de cara cheia Ninguém fosse se meter

"Na Praia de Iracema com os irmãos e um amiguinho, Júnior. Aviso aos amigos que o maiô também era moda." . Vera Coelho TIMES DA PRAIA ANTIGA Na década de Quarenta Os times de futebol “Iracema” foi à primeira Equipe do arrebol O onze era raçudo E o Chico Cabeludo Era o craque do pebol Houve um time Corinthians O CEPI. Do Eliseu A equipe lutava Teve fama e apogeu No torneio da Aldeota Foi o melhor da pelota O Título assim mereceu Rui, Fernandinho e Mourão Partiram Carrim, Goiaba, Mas tem Faço e Baíbe; Ferdinand, Bado, Gari, Luciano, Aracati Zé Branco não se acaba Nacional, Ferroviário, Foi Seleção Cearense. Sport, Vasco da Gama, Brilhava o Quixadaense Santista e Olaria Em Portugal jogaria Pacoti, o Iracemense. Continua... Leia também: Parte I: O Nascer de Iracema, Heróis Jangadeiros e suas viagens espetaculares e Jangadas Parte II: Pontes, Bondinho e Maria Fumaça, Antigos Restaurantes e velhos bares

Crédito: http://www. nehscfortaleza. com/

Publicidade
Espaço para Banner Taboola

💬 Comentários (1)

Anonymous 07/05/2023 00:18
Muito lindo a história da praia de Iracema.

Deixe seu comentário

* Seu comentário passará por aprovação antes de ser publicado.

← Página inicial